Ao longo da sua história, o perfume já desempenhou vários papéis: uma substância sagrada, terapêutica, uma forma de embelezamento do corpo e uma arma de sedução.
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Na Bíblia, está registrada no livro do Êxodo, capítulo 30, a composição utilizada com quatro ingredientes naturais, muito empregados nos dias de hoje, mas de forma mais refinada:
Mirra, Cássia, Cortiça de árvore de canela e Óleo de Cálamo aromático Do Egito antigo, veio a descoberta de resíduos de ungüentos perfumados, usados há mais de três mil anos.
Os egípcios foram professores talentosos e divulgaram seus conhecimentos de perfumaria aos assírios, babilônicos, caldeus, hebreus, persas e gregos.
Na China, o almíscar foi empregado, primeiramente, na medicina e depois, por sua alta tenacidade, passou a ser utilizado em perfumes. É tambem da China a primeira fonte de utilização da cânfora.
A India é famosa pelo seu sândalo e por uma variedade de flores como a rosa e o jasmim. O sândalo era colocado principalmente nas portas de entrada, de onde o vento podia levar e espalhar o perfume pelas salas.
Inicialmente eram utilizadas madeiras, até que substâncias mais exóticas, como âmbar, foram importadas.
Na América, os Incas, os Maias e os Astecas costumavam queimar, como oferenda a seus deuses, grandes quantidades de incenso, elaborado com resina e madeira.
Além de óleos e ungüentos perfumados, fizeram e usaram grandes quantidades de águas aromáticas.

